domingo, 28 de junho de 2009

Frágil





Tenho flores em minhas mãos
E nem sei mais como dizê-lo
Espia como são tristes
Se abraçadas em desmazelo

É que eu vim trêmulo
Sem plano ou sensatez
Não sabendo como esconder
Minha timidez

Teu cheiro de mulher
Me desconcerta
Deixa minha alma acesa
E descoberta

Vê como estou frágil
Perdido em teu olhar
Vontade de partir
Maior vontade de ficar

Mas se me ofertares o colo
O peito, os lábios, a flor
Deitaremos num cantinho
Nos fartaremos de amor .

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