terça-feira, 30 de junho de 2009

Meu homem, amante!


Ao conhecer-me Nua

Transformou amizade em admiração

Depôs-me véus... Tua Loba

Deslumbrou-se, pelo beijo inocente, roubado

Caminhamos ao luar de incógnitas

Um abraço como testemunha, o mar

Coração aberto, conversas íntegras

O medo desencontrado... Visão do desconhecido

O arrepio do saber... Quero você!

Partimos para descobertas

fizemos da oferta tímida

horas e dias de paixão.

Visão que não vamos esquecer...

Você ali cobrindo meu corpo

Como criança, aninhei-me

Olhando ao alto, acordei...

Lindo, vestido em manto branco

Não era sonho... Você existe!

Descobri no exato instante.

Quero-te... Meu homem, amante!


Tânia Ailene

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